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terça-feira, 9 de abril de 2013

Pela manutenção da Gestão Estatal do Centro Cultural PAGU, em Santos!!!

O Centro Cultural gerido pelo Governo do Estado de São Paulo que funcionou até 2011 na Cadeia Velha situada em Santos como Oficina Cultural Regional PAGU, levando o nome de Patrícia Galvão que ficou presa lá durante a ditadura.Este espaço sempre foi aberto para todos os artistas da região, do estado utilizarem o prédio para ensaios, oficinas, etc...lá nasceram festivais importantes de teatro, audiovisual, encontros de diversos segmentos, movimentos, enfim...funcionava como um espaço de todos. O Estado abandonou o prédio, deixando aos pedaços, sem reforma durante muitos anos e jogaram as oficinas culturais do Estado para um local precário.O Estado além de não ter iniciado brevemente as obras do local está querendo passar a responsabilidade e a gestão para o município e este como acaba de assumir o PSDB e sua gestão é praticamente de obras está abraçando a ideia, sendo que só na cidade de Santos existem alguns teatros precisando de reforma e a Cadeia Velha passaria a ser somente da cidade de Santos. Sendo assim nós artistas perderemos o único Centro Cultural do Estado na região e a liberdade que sempre tivemos de realizar projetos, ensaios, etc...além de historicamente a região perder um lugar onde importantes artistas passaram como Plínio Marcos, Patrícia Galvão, entre outros. Segue abaixo manifesto feito pelos artistas da região.Pedimos para que todos leiam e assinem a petição. http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2013N38750 Não queremos a Municipalização do Prédio da Cadeia Velha! "Do rio que tudo arrasta, diz-se que é violento. Mas ninguém chama violentas às margens que o comprimem." Bertolt Brecht O Movimento Cultural da Baixada Santista, representado por pessoas e grupos de vários segmentos artísticos de Santos e região, vem por meio desta manifestar seus anseios quanto a futura utilização da Cadeia Velha, (ex) sede da Oficina Regional Cultural Pagu situada no Centro histórico, na Praça dos Andradas. Este movimento, que fique bem claro à todos que é apartidário, está se organizando, já há um tempo em prol das atividades culturais que beneficiem o acesso e descentralização das artes e entende, principalmente pela experiência e história da luta destas pessoas, que a Cadeia Velha é um espaço conquistado para esta finalidade e que seu vínculo com o Estado, através da Oficina Regional Cultural Pagu foi essencial para a formação de muitos artistas e grupos, fomentando as artes e o acesso a cultura. A Cadeia Velha, contextualização histórica Antiga Casa da Câmara e Cadeia, localizada na Praça dos Andradas (centro de Santos) que já serviu de refúgio na Guerra do Paraguay, Fórum, Prefeitura, palco da 1ª Constituição Municipal (1894), enfermaria de um surto de peste (1870), se perpetuou na cidade por 80 anos como Cadeia. Após seu tombamento como Patrimônio Histórico e Artístico Nacional passou por um grande período de abandono, sendo revitalizada como Centro Cultural do Estado. Nasce então, a Oficina Regional Cultural Pagu, em homenagem à sua mais célebre ex-detenta, desde 1994 a Oficina Pagu ou Cadeia Velha ou simplesmente Pagu, como é chamada carinhosamente pelos artistas, cumpre um importante papel na vida cultural da região, galgada na formação, um espaço que vem dando ótimos frutos recentemente. A Oficina sedimentou na cidade de Santos incontáveis coletivos artísticos e fomentou tanta produção que hoje em dia o receio dos artistas é que ela não possa fazer o mesmo com as próximas gerações. A Oficina Cultural Regional Pagu, atualmente, está alocada nas dependências da Igreja São Judas Tadeu, local totalmente inadequado para o funcionamento da mesma, situação posta, até então como improvisada e temporária. Por que perder o único Centro Cultural mantido pelo Estado de São Paulo na Região da Baixada Santista? Com a municipalização do prédio, a região perde seu único Centro Cultural mantido pelo Estado (um retrocesso para nossa história). Os artistas perdem um importante centro de aperfeiçoamento e espaço de manifestação artística, que há quase 20 anos potencializa a vida cultural da baixada, já que no mínimo 90% de todos artistas lá participaram ou ministraram algum tipo de atividade, a sociedade perde importância nas política culturais perante o Governo do Estado de São Paulo. Lugar de diálogo próximo e possível com as políticas de estado da/para cultura, prédio histórico e abençoado com a hóstia da revolução por minuto, não-lugar oficial de criação, sem censura e coerente consigo mesmo, que tinha vida própria graças aos circulantes - brincantes que limparam com transpiração e inspiração o suor e lágrimas de escravos daquelas pedras frias do chão. Há alguns anos o Governo do Estado cancelou o programa da Delegacia Regional de Cultura que funcionava na Cadeia Velha em conjunto com a Oficina. Com a municipalização do prédio e com a consequente precarização da Oficina Cultural Pagu, vemos o Governo do Estado recuar na sua responsabilidade e participação nas políticas culturais da baixada. Cabe a Prefeitura de Santos pressionar e cobrar essa responsabilidade e não compactuar com o desmonte efetuado pelo Estado na área da Cultura. Cadeia Velha, Casa livre Aventam-se mudanças na configuração político-cultural aqui em terras santistas, enquanto na verdade essa mudança já vem acontecendo faz um tempo e grande parcela dela advém, finalmente, dos próprios agentes/produtores/artistas locais que botaram a mão na massa, deram a cara a bater, e criaram espaços e possibilidades na unha, literalmente, muitas vezes. Ali o sonho de Patricia Galvão com o Festival de Teatro criado por ela e Paschoal Carlos Magno, o FESTA, foi levado adiante e se hoje é o mais antigo festival de teatro do Brasil indo para sua 55ª edição, é por que muitas foram concebidas e realizadas a partir dali. Foi na Cadeia, que Santos começou a trabalhar a questão do curta metragem, que recebeu em 2002 as Oficinas Kinoforum da grande Zita Carvalhosa e não teríamos sem sombra de dúvida na cidade um festival como o Curta Santos, que a cada edição leva mais de 90 mil pessoas diretamente a mais de 20 pontos de exibição espalhadas pela cidade, exibindo mais de 200 horas de conteúdo nacional por edição, empregando mais de 200 pessoas, movimentando o turismo e a economia local, realizando intercâmbios internacionais e colocando a cidade no panorama cinematográfico nacional. Ali era sede de ambos, FESTA e CURTA SANTOS, ali nasceu Querô, o filme e as Oficinas. Dezenas de grupos, tanto de dança quanto de teatro, só puderam pôr suas produções na rua, pois a Pagu lhes deu teto e abrigo pra chamar de casa e ensinou como trilhar seus caminhos com mais qualidade graças ao sem números de profissionais que passavam por aquelas paredes frias dividindo seu notório saber com esses coletivos, dando luz a uma geração que reestruturaria os métodos de produção e estética postos em prática até então pela Baixada. Nesse momento fazia-se história. Ela está viva e solta por ai. Quantas centenas de guris não viram nascer a paixão por Villa Lobos, por Mozart... passar a tarde e ouvir, naquele Centro cheirando café e porto, a nona de Beethoven tocada por adolescentes era de emocionar qualquer um. Pelas celas da Pagu passaram e deixaram ouro entre outros: Bete Mendes, Sérgio Mamberti, Plínio Marcos, Rubens Ewald Filho, Esther Góes, Sérgio Ferrara, José Roberto Torero, Paulo Markun, João Silvério Trevisan, Antonio Araujo, Zé Celso Martinez, Hugo Possolo, Mario Bolognesi, Veronica Tamaoki, Palhaço Picolino, Andrea Pasquini, André Fisher, Décio Otero e Marika Gidali, Celso Sabadin, Zé do Caixão, podemos ir longe na lista. Aquele lugar provocava, propunha, fomentava, instigava, permitia e incentivava o livre fazer, com compromisso com o silêncio de Hamlet e também com sua ratoeira para o rei Cláudio. Por que a Cadeia Velha? Existem no centro de Santos outros equipamentos culturais da SECULT, como a Casa do Trem Bélico, o Outeiro de Santa Catarina que se encontram inoperantes, por que o interesse em municipalizar a Cadeia Velha? Isso representa algum avanço ou inovação? Ou um retrocesso? O orçamento Municipal para a Cultura já tão comprometido, suporta mais esse investimento? Em detrimento de qual investimento essa ação será efetuada? Quantas pessoas deixarão de experienciar tudo isso se ali não for esse lugar único possível? Iniciamos aqui o nosso pedido de paralisação do suposto processo de municipalização, por parte do Estado e do Município. Queremos que a Cadeia Velha continue a ser um Centro Cultural do Estado e sede da Oficina Cultural Regional Pagu, a garantia da sua restauração e reforma o mais breve possível. Que saudade do amanhã. QUE PAGU ESTEJA CONOSCO! QUE PLÍNIO ESTEJA CONOSCO! QUE TONINHO E TANTOS OUTROS ESTEJAM CONOSCO!

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Kassab, deixe as crianças comerem! Pra quê Kassar a merenda?


Fonte: OniPresente
Kassab corta refeição em creches

Depois de cortar 20% da verba destinada à varrição pública, a gestão Gilberto Kassab (DEM) coloca em prática uma nova redução de gastos, desta vez na alimentação das crianças matriculadas em creches administradas pelo município. Secretário de Educação alega que motivo não é economizar. Ubes critica medida.
A redução ocorre porque a prefeitura decidiu eliminar, a partir de segunda-feira, uma das cinco refeições do cardápio diário das crianças. O argumento é que o tempo de permanência das crianças nas creches diminuiu de 12 horas para 10 horas e foi preciso readequar o cardápio.

O horário de funcionamento das creches foi reduzido em janeiro e, segundo a assessoria de imprensa da secretaria de educação da prefeitura de São Paulo, por demanda dos próprios professores da rede municipal. Outra alegação é a de que a maioria das crianças não permanecia o tempo integral (12h) nas creches. Entretanto, a assessoria não soube dizer porque não adotar medida intermediária, como a contratação de um número maior de profissionais para atender as 12h, implementando uma justa redução da jornada destes professores.

Com a mudança, de acordo com o secretário municipal de Educação, Alexandre Schneider, o gasto médio mensal da prefeitura com alimentação nas creches será 20% menor, caindo de R$ 2,85 milhões para R$ 2,28 milhões. Entretanto, o secretário afirmou que a intenção não é economizar. "O gasto mensal com merenda é de R$ 36 milhões, incluindo todas as escolas. A mudança no cardápio das creches vai representar menos de R$ 600 mil de economia."

Na contramão do Brasil

O presidente União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Ismael Cardoso, critica a medida: "São Paulo vai na contramão do Brasil. Enquanto o país aumenta os recursos para investimento em Educação, o município de São Paulo promove cortes. Enquanto a marcha em outras cidades é para diminuir o número de creches em situação de parcerias público-privadas, tornando-as cada vez mais públicas, a prefeitura de São Paulo prioriza milionárias verbas publicitárias e corta gastos na educação. É estranho cortar alimentação das crianças. O prefeito deve uma explicação".

A justifica apresentada pelo secretário de educação é a de que a mudança foi feita com o respaldo de nutricionistas e não haverá prejuízo nutricional para as crianças. Até janeiro deste ano as creches funcionavam por 12h e o intervalo entre as cinco refeições que eram oferecidas era de 2h40. Como o período de atendimento das creches foi reduzido para 10h diárias, a eliminação de uma das cinco refeições mudará para 2h50 o intervalo entre as refeições das crianças.

A assessoria de imprensa da secretaria de educação afirmou que a manutenção da dieta equilibrada das crianças dependia da redução de uma refeição durante as 10h em que elas ficam nas creches, mas não soube explicar por que, então, tal medida não foi implementada juntamente com a redução do período de permanência das crianças nestes institutos (que ocorreu em janeiro).

Sem café ou sem janta?

Schneider disse que algumas unidades ficarão sem o café da manhã, e outras, sem o jantar. "Nas creches que funcionam das 7h às 17h haverá café da manhã, mas não terá jantar. E as que funcionam das 8h às 18h darão jantar, mas não darão café da manhã."

Neste contexto, o caso mais dramático é o corte do jantar, afinal, segundo a nutricionista Pérola Ribeiro, crianças de famílias mais carentes teriam problemas, pois fariam lanche à tarde e só comeriam novamente no dia seguinte, na creche.

Indagada a respeito de crianças nesta situação, a assessoria de imprensa da secretaria de educação disse que não há estatísticas quanto ao número de famílias que viveriam tal drama e lembrou que a responsabilidade sobre a criança é da família, o Estado apenas oferece um serviço complementar e que garante conteúdo educacional para estimular o desenvolvimento da criança.

O corte de uma refeição pegou de surpresa os pais. No Centro de Educação Infantil Parque Novo Mundo, na Vila Maria (zona norte de SP), eles receberam um formulário com duas opções: escolher se o filho ficará sem café da manhã ou sem jantar. O papel não podia ser levado para casa e tinha de ser respondido no local.

Conceição dos Santos Umbelino, 23, que tem uma filha de dois anos na creche, discorda do corte. "Não acredito que a prefeitura quer economizar com alimentação", disse.
"Se elas vêm de longe, não dá para cortar o café da manhã das 7h30 e dar algo para comer só às 9h. É um intervalo muito grande para crianças que, muitas vezes, saíram de casa antes das 6h", afirma a professora de pediatria da Faculdade de Medicina do ABC, Denise de Oliveira Schoeps. "Isso poderia causar vários danos ao desenvolvimento físico", afirma. Além disso, diz ela, os cardápios precisam ser balanceados, para evitar ingestão de calorias em excesso.

Creches conveniadas (PPPs)

O corte não atinge creches conveniadas --mantidas por organizações sociais. Segundo a prefeitura, elas já vinham oferecendo às crianças o cardápio com quatro refeições. Cerca de 60 mil crianças terão uma refeição a menos. Elas ficam nas 360 creches diretas e 301 indiretas --cujo espaço é cedido pela prefeitura, mas a administração é feita por entidades filantrópicas. A cidade possui ainda 651 creches conveniadas. Ao todo, as creches atendem a 120.499 crianças.

Kassab e Serra - uma relação profícua

Os comentários de leitores que acompanharam a notícia pela Folha Online também demonstram revolta com a medida e atribuem a decisão a uma política do DEM e do PSDB. Após falar sobre a relação do prefeito Gilberto Kassab com o governador José Serra, o leitor Alessandro Correia tascou: "Acho que ele [Serra] pretende terceirizar a União também, terminando de passar o Banco do Brasil, Petrobrás entre outros. Deveríamos ter esses políticos terceirizados, assim se não cumprissem com seu dever ou fossem pegos em algum escândalo poderíamos manda-los embora e contratar outro. Pensem nisso no plenário."

As escolas não são só abandonadas, são massacradas!

Reproduzo o conteúdo do blog dissolvendo no ar. O abandono é evidente há muitos anos. O problema agora é pior, aqui em São Paulo, o geverno estadual massacra, agride, sucateia a educação. Fecha salas e escolas, acaba com o professor, superlota as salas de aula, engessa a liberdade de cátedra do docente, desconsidera a situação social do estudante para o aprendizado, acaba com reprovações, escolas parecem presídios/hospícios, as disciplinas de arte, história e filosofia estão sendo pouco a pouco eliminadas. Não é só abandono, é agressão a mão armada!

Fonte: Dissolvendo no Ar

Abandono Escolar
Por Yuri de Almeida Gonçalves

Em pronunciamento no Senado nesse dia 17 de setembro, o senador Cristovam Buarque revelou que no Brasil acontecem 60 (sessenta) abandonos por minuto na escola pública. Apesar de mais desenvolvido, o sul de Minas contribui para esse alarmante dado.


A questão é que as autoridades políticas continuam pensando que educação se resume em escolas. Isso é ignorância que culmina na responsabilização de professores pela problemática.


O professor é apenas uma peça no processo educacional. No Brasil de hoje falta sim a esse profissional uma melhor didática e entendimento sobre como lidar com comportamentos diferenciados, manifesto na adolescência desde sempre. Se lembrarmos de nós no ensino fundamental e médio também tivemos nossas travessuras. A problemática não são as travessuras de crianças e adolescentes, mas acarretam-se vários fatores em detrimento da educação, chegando ao ponto de manifestar com mais freqüência um maior grau de violência, falta de aprendizagem, falta de interesse e até abandono.


Os obstáculos são muitos, como o problema social, baixa auto-estima devido a falta de perspectiva dos jovens, família desestruturada, falta de limite e impunidade da própria sociedade e em termos psicológicos, problemas afetivos, ou seja, o adolescente em sua formação não tem afeto em casa, não tem na rua, não tem exemplo na TV, não tem na escola e assim por diante.


As autoridades em educação precisam cercar o problema na raiz para resolver esse número alto de abandono e de analfabetos que saem da educação básica. Para isso, as unidades escolares precisam de mais profissionais além do diretor, supervisor, professores, secretários, bibliotecários, funcionários em geral, como o assistente social. Muitas unidades precisam desse profissional para fazer uma triagem individual primeva sobre o que acarreta o desinteresse no ensino. Em muitos casos o assistente apontará que o problema deve ser encaminhado ao Ministério Público, pois há bons casos de abandono por maus-tratos até físico em casa, o que foge da autoridade da unidade escolar.


Outro profissional que se faz necessário é o psicólogo, pois se os adultos com sua maturidade mal conseguem entender as desfunções de seu ser, imagina um adolescente em plena mudança hormonal e de mentalidade.

Poderíamos citar ainda o psicopedagogo para auxiliar crianças e adolescentes com dificuldade em aprendizagem. E vou mais longe, até neurologista deve socorrer alguns casos cujo problema comportamental ou de aprendizagem podem estar ligados a problemas orgânicos, necessitando de acompanhamento médico, como por exemplo o TDAH que é um transtorno neurobiológico, o transtorno bipolar, esquizofrenia e muitos outros casos.


Educação não é algo simples que se resolve com quadro, giz e didática apenas, o problema é mais sério e se o Brasil não acordar para isso teremos uma sociedade mais desigual, violenta e corrupta no futuro breve.


“A falta de cultura é o grande problema de nosso povo. Eu pago primeiro ao professor e só depois ao general.” (Pancho Villa)


Yuri de Almeida Gonçalves é bacharel em teologia, licenciado em História e especialista em História e Construção Social no Brasil radicado em Poços de Caldas. O seu e-mail é yuridemetal@yahoo.com.br