Fonte: Pão e Rosas
15/10 - TODAS/OS AO ATO EM DEFESA DA UNIVERSIDADE PÚBLICA GRATUITA, DE QUALIDADE PARA TODAS/OS À SERVIÇO DE TODA A POPULAÇÃO.
Publicamos abaixo o chamado feito pelo DCE provisório da Unesp eleito no último Congresso.
Atenção: os decretos voltaram!
Os Decretos Serra foram barrados de conjunto em 2007 pela luta de trabalhadoras/es, estudantes e professoras/es das estaduais paulistas com greves, atos e as ocupações das reitorias da USP, UNICAMP e de direções de mais de 12 unidades da UNESP. Apesar disso, eles vem sendo aplicados de forma dispersa e gradual nas estaduais paulistas desde então. Seu conteúdo se manteve em projetos como a Universidade Virtual (UNIVESP), o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) na UNESP, do surgimento de dezenas de fundações privadas e através da terceirização do trabalho. Projetos que são expressões de uma mesma política neoliberal para a educação no Estado de São Paulo e em todo o país e responsável pelas degradantes condições de ensino e trabalho em todos os níveis da educação, seja pública ou privada.
Porém, nas últimas semanas, se aproveitando do vácuo eleitoral, o governo decidiu aumentar a ofensiva. J. G. Rodas, reitor-ditador da USP, aprovou no Conselho Universitário um projeto que vem sendo chamado de “reforma da USP”. A explicação do reitor é a de que, depois de uma fase de expansão, é hora de prezar pela qualidade da universidade. Para isso, será preciso reavaliar todos os cursos e grades curriculares e enxugar tudo aquilo que não contribuía para tornar a universidade mais “excelente”. As unidades que não aderirem à nova reforma vão sofrer ver suas já escassas verbas reduzirem ainda mais. Além disso, com a reforma, professoras/es e trabalhadoras/es serão demitidas/os.
Embora os nomes mudem e os projetos sejam múltiplos, a política de fundo é a mesma. Na verdade, trata-se de atrelar mais e mais as universidades aos interesses dos monopólios, do latifúndio e grandes empresas. No fim das contas, as já elitizadas universidades públicas tornam-se cada vez mais privadas e afastadas dos interesses concretos da maior parte da população — que a mantêm por meio dos impostos: as/os trabalhadoras/es, a população pobre e marginalizada e as minorias.
A repressão com a qual convivemos no cotidiano de nossas universidades através da perseguição as entidades estudantis, sindicatos, estudantes e trabalhadoras/es combativas/os como o SINTUSP, das sindicâncias e processos judiciais, das suspensões e demissões e até com o corte de salários nada mais é do que o método permanente escolhido pelos governos para reprimir não só os que resistem dentro da universidade e das escolas, como também ao conjunto da população pobre e negra que vive nos morros e favelas de nossas cidades, além da perseguição, assédios e violência contra mulheres, homossexuais, indígenas, crianças, etc..
Frente a mais esse ataque e contra a repressão, nós do DCE da UNESP chamamos todos os centros acadêmicos e diretórios das três estaduais e, principalmente, os DCE’s da USP e da UNICAMP; assim como o conjunto das/dos estudantes, trabalhadoras/es e professoras/es e toda a população para somar-se aoato unificado dia 15 de Outubro. Iremos marchar até a reitoria da UNESP e entregar ao reitor Herman a pauta específica de cada um de nossos campi e depois marcharemos até o Largo São Francisco, protestar em frente a Faculdade de Direito da USP contra a nova reforma de Rodas.
Após o ato chamamos também uma Plenária das Estaduais Paulistas para organizar ações conjuntas, massificar o debate na base estudantil e construir as próximas ações conjuntas.
DIA 15/10: FAZER AS REITORIAS TREMEREM!
TODAS/OS AO ATO EM SÃO PAULO EM DEFESA DA UNIVERSIDADE PÚBLICA GRATUITA, DE QUALIDADE PARA TODAS/OS À SERVIÇO DE TODA A POPULAÇÃO.
CONCENTRAÇÃO: 10h, no Largo do Anhangabaú (saída do metrô).
"Atores somos todos nós, e cidadão não é aquele que vive em sociedade: é aquele que a transforma." Augusto Boal
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
domingo, 10 de outubro de 2010
Mentiras de Lula....

Tenho recebido algumas mensagens golpistas, insanas e mentirosas sobre o PT, Lula e Dilma. Como é prática recorrente do PIG, agora seus eleitores amestrados tomam a mesma conduta, agressiva e rancorosa. Sobre um em especial, publico a resposta com a postagem do site Conversa Afiada, que ao contrário de acusações sem provas contra Lula e PT, demonstra as fontes de pesquisa e investigação contra o Serra. Falta ainda, nessa postagem, citar as seguintes mentiras:
- "As classes de 1º ano do ensino público tem duas professoras"
Nunca vi isso na escola que trabalho. Uma vez (por seis meses) teve uma estagiária, ainda estudante, que acompanhava a professora e ganhava uma bolsa. É óbvio que estágio já existe há muito tempo antes da gestão do Serra, sendo mentira que ele instituiu isso em seu governo, além do que estagiário está preocupado em aprender, não em ensinar, como um professor profissional.
- "O PCC foi instinto"
Como dou aula em periferia, muitos dos "manos", sabem que o PCC continua forte e atuante. Vemos há dois meses, em São Paulo, ataques de tiros a Departamentos de Polícia, fazendo com que tomassem próvidências de isolamento de ruas como na época do terrorismo anterior. Se não foi o PCC, certamente foi de outra organização criminosa de São Paulo.
- "Realizamos e realizaremos concursos para completar o quadro de docentes nas escolas estaduais."
Outra mentira deslavada, já que o concurso, com milhares de inscritos qualificados (que passaram nos testes), que poderiam completar o quadro desfalcado de professores, tiveram cerca de apenas 200 docentes por disciplina convocados, quase 10 mil, restando ainda quase metade dos cargos a preencher. Temos 100.000 temporários de 217.000 que trabalham nas escolas estaduais. (Ver dados da apeoesp.)
- "milhões de reais em investimentos nas escolas"
Mentira: em minha escola tinha uma placa com investimentos de 173.000 reais. Foram feitos serviços de pintura e troca das traves da quadra. Isso custa tudo isso? Em cada escola tem uma placa dessa, com valores semelhantes. Pra onde foi a grana? Pra escola pública não foi.
- Ainda falta dizer sobre a privatização do maior hospital do Estado de São Paulo, um andar inteiro do Hospital das Clínicas foi passado para os convênios e planos de saúde privados usar "a vontade".
Continuando com o Paulo Henrique Amorim:
O programa do Serra no horário eleitoral deste sábado terminou com uma senhora paulistíssima, com jeitão de “amiga” da D. Ruth, a folhear um jornal e insinuar que a Dilma é responsável por tudo o que se atribui à Erenice.
A “amiga” da D. Ruth, portanto, substituiu a denúncia do aborto do programa da manhã.
Das duas, uma.
Ou as pesquisas de qualidade mostraram que o aborto era um tiro no pé.
Ou ele considera que o mal à Dilma já está feito.
Ele fixou a imagem de santarrão e, ela, de criminosa, cúmplice das aborteiras mais inescrupulosas.
O PiG (*) desta manhã de domingo – tanto a Folha (**) quanto o Estadão – anunciam que, nos debates, ele será o “Serrinha é do bem”.
Será o Serrinha santarrão, Tartufo, nas entradas ao vivo no horário eleitoral.
Mas, na hora de o trator passar por cima da cabeça da mãe, o Serra estará em off: virá no fim do horário eleitoral, colado ao programa da Dilma, ou, rotineiramente, o PiG (*) usará o trator por ele.
O PiG (*) se dedica, por ele mesmo, a desconstruir a Dilma.
E a Veja a procurar companheiras de cela da Dilma.
O Conversa Afiada diz isso porque recebeu a informação de que a Veja procurou uma companheira da Dilma de cela.
Só que ela mandou a Veja procurar a Dilma.
Na Veja que está nas bancas, vê-se que ela foi atrás de uma companheira da Dilma, a Tupamara.
Mas deu com os burros n’água, porque o desmentido à reportagem saiu antes de a Veja chegar às bancas.
Mas, a Veja ainda achará o torturador da Dilma, como a Folha (**) achou que o homem trabalhava para os órgãos de repressão e fazia a campana da Dilma.
É uma divisão de trabalho.
O PiG (*) faz o trabalho sujo e o Serra faz o trabalho limpo.
Essa estratégia é a de quem está numa situação de vida ou morte.
Serra dá as últimas braçadas de um afogado.
Ele fará QUALQUER COISA !
Ele não tem escrúpulos !
No dia 1º. de novembro ele vai ser líder de um partido minoritário, que definha a cada eleição: a UDN de São Paulo.
Ele tem que passar o trator agora.
E a Dilma tem que tirar as luvas.
Tem que responder aos ataques.
A campanha “economicista” já colou.
O Lula pendurou o FHC no pescoço do Serra.
Só que a guerra mudou de trincheira.
Foi para o aborto e a Erenice.
Para a destruição de caráter.
E o Serra, aí, é impune.
Ele pode fazer qualquer coisa, porque o PiG (*) lhe dá refugio, o protege.
Uma primeira providência da Dilma seria, por exemplo, afastar as vozes do Bom Senso, os Moderados e Bem-Pensantes.
O Palocci, por exemplo, que quer ganhar a eleição e continuar a escrever para o Globo.
Ganhar sem sujar as mãos.
O Cardozo, por exemplo.
Ele quer ganhar a eleição sem brigar com ninguém, ir para o Supremo com o apoio do PiG (*), e ser convidado para jantar com o Daniel Dantas.
Esse é o pessoal “bonzinho” da Dilma.
Que faz qualquer negócio para sair nas paginas amarelas da Veja, dar uma entrevista à urubóloga Miriam Leitão na GloboNews.
Tem que fazer como a Marilena Chauí: não falar mais com o PiG (*).
Não fosse o precedente do Golpe do Ali Kamel em 2006, seria até uma boa ideia não ir ao debate da Globo.
Clique aqui para ler “O primeiro Golpe já houve, falta o segundo”.
O único púlpito da Dilma é o horário eleitoral.
E, nele, a Dilma tem que desmascarar o Serra, como recomendam o Mino e o Mauricio Dias na Carta Capital que está nas bancas.
Sobre Valores, e Ética, por exemplo.
Basta pedir à Monica Bérgamo para contar a história do filho que o Fernando Henrique – que bom pai ! – levou quinze anos para reconhecer.
Sobre o aborto.
Ir ao site “Amigos do Presidente Lula” e mostrar que o Serra foi o único Ministro da Saúde que assinou portaria para realizar a aborto no âmbito do SUS.
Sobre “eu não mudo de idéia”, sou “coerente”.
Ir ao Conversa Afiada e exibir no horário eleitoral o vídeo em que ele diz ao Boris Casoy que cumprirá o mandato de prefeito e, se não cumprir, que ninguém nunca mais vote nele.
Pegar no Conversa Afiada o documento com o timbre da Folha (**) em que ele diz que vai cumprir o mandato de prefeito até o fim.
A Dilma quebrou o sigilo da filha do Serra, coitadinha.
É só mostrar a reportagem do Leandro Fortes na Carta Capital: a filha do Serra e a irmã do Dantas quebraram 30 milhões de sigilos, numa empresinha que elas tinham.
Por falar nisso, Dilma.
Sem que o Cardozo e o Palocci saibam, detona a filha do Serra e a irmã do Dantas.
Exiba o documento do Governo da Florida que registra a empresa delas em Miami (em Miami !, Dilma, onde se localiza a maior lavanderia do mundo, depois do Banestado).
Quem trouxe a família para a campanha foi ele.
A mulher dele, tão simpática, especialmente de óculos de moldura vermelha.
Foi ela quem disse na Baixada Fluminense que você matava criancinhas.
Sobre a “democracia” e a defesa intransigente da “liberdade de imprensa”, mostre como ele agride jornalistas, especialmente jornalistas mulheres.
Como o Serra agasalhou um terreno que a Globo invadia há onze anos e transformou numa escola técnica para formar quadros para a Globo.
(O Palocci vai ficar nervosíssimo se você fizer isso !)
Reproduza o diálogo dele com o Heródoto Barbero, no Roda Morta, da TV Cultura, sobre pedágio.
E conte que, por causa disso, o Heródoto foi devidamente defenestrado.
Mostre os documentos que a Namaria publicou sobre as assinaturas da Veja, da Folha (**) e do Estadão que ele comprou com o dinheiro do povo de São Paulo para distribuir às escolas.
Essa é a “imprensa livre” dele.
Serra vendeu o Brasil.
Contratar alguém com a voz grave do Celso Freitas e ler, um por um, o nome das empresas que ele vendeu com o FHC.
Ao lado, o logo da empresa.
Uma por uma.
E a frase do Delfim: eles venderam tudo e aumentaram a divida.
Qualquer dona de casa entende isso.
Sobre o “me formei” economista, que ele diz no programa dele.
Cadê o diploma dele, Dilma ?
Faça o que a Dra. Cureau não fez: exija o diploma dele.
No Brasil, ele não pode dizer à Justiça Eleitoral – mostre a foto – que é economista, porque ele não tem diploma válido em território nacional.
Ele mente, Dilma.
Mostre o decreto dos genéricos.
Foi o Ministro da Saúde Jamil Haddad quem assinou e, não ele, que se atribui o titulo de “melhor Ministro da Saúde”.
(Quem disse isso foi o amigão dele, o Ministro serrista Nelson Jobim, o da babá eletrônica para agradar o Gilmar Dantas (**).)
Melhor Ministro da Saúde, quem ?
Não foi na gestão dele que compraram ambulâncias super-faturadas ?
Cadê o Barjas Negri, Dilma ?
O Abel, coitado, morreu, mas o Negri poderia dar um depoimento sobre as ambulâncias …
Peça àquele mesmo locutor para ler os votos do Serra contra o trabalhador na Constituinte.
Só votou contra o trabalhador.
O Conversa Afiada já publicou isso e o Artur Henrique da CUT sabe onde achar.
Vá atrás do passado dele.
Que história é essa de aparecer numa foto ao lado do Jango ?
Ele fugiu, Dilma.
E diz em off: eu enfrentei os militares e a Dilma, cadê a Dilma ?
Diga que enquanto ele fugia você era torturada.
Dilma, como é que um presidente da UNE – que comia criancinhas – vai ao comício do grande comedor de criancinhas – o Jango -, foge para o Chile do comededor de criancinhas, o Salvador Allende, casa com uma Allende, e depois, aparece nos Estados Unidos para “dar aula” ?
Que história é essa ?
Pergunta ao Gabeira se ele pode entrar nos Estados Unidos.
Por que o Serra entrou e ficou lá numa nice ?
Vamos falar da Erenice, Dilma.
Fala do Engavetador Geral da Republica.
Do projeto Sivam.
Da pasta rosa.
Da compra da re-eleição.
Da privataria, como diz o Elio Gaspari.
Mostra aquele exemplar da Carta Capital que transcreve os diálogos do Fernando Henrique com o André Lara Resende: “vamos usar a bomba atômica”.
Do Mendonção com o Ricardo Sérgio de Oliveira: “isso vai dar m …”.
Aquele momento Péricles de Atenas do Governo FHC.
Mostra aquelas fotos do Serra com o martelo dos leilões da privatização, a beijar a Helena de Tróia.
Pede ao Nassif para resumir o livro dele “Cabeças de Planilha”.
Ele conta como o FHC fixou o Real na entrada do Plano, e beneficiou o André e os clientes dele.
(O André jamais processou o Nassif.)
Pede ao Malan para contar que o Serra boicotou o Plano Real e tentou derrubar o Malan.
Dilma, você já percebeu – está no Estadão de hoje, na página 2 – que o Malan defende o FHC, mas não apóia o Serra ?
Por que será, hein ?
Vamos falar do Ricardo Sergio, Dilma ?
Ele foi o chefe da campanha do FHC e do Serra.
Pergunta ao Benjamin Steinbruch quem é o Ricardo Sergio.
Pergunta à família do Antonio Ermírio de Moraes.
E o Preciado ?
Lembra do Preciado ?
Aquele da privatização do Banespa e da Ilha do Urubu, que o Emiliano José e o Leandro Fortes descreveram tão bem.
Quem entende muito de Preciado é o Fernando Rodrigues, da Folha (**).
É só mandar buscar as reportagens dele, quando o rabo da Folha (**) ainda não estava preso.
O Amaury Ribeiro preferiu esperar as eleições para lançar o livro dele.
Mas, o Conversa Afiada já divulgou o prefacio do livro do Amaury, o que provocou um “alopramento” generalizado na campanha do Serra.
Clique aqui para ler esse prefacio, que o Conversa Afiada re-publicou, a pedidos.
Ali há informações preciosas (sem trocadilho).
Dilma como é que um homem público, que passou a vida toda com salário de parlamentar, governador e “professor” comprou aquela casinha em que vive ?
A casa é dele, Dilma ?
Está no Imposto de Renda ? Por quanto ?
Se ele vier de “mensalão”, devolva com “mensalão tucano de Minas”, Eduardo Azeredo e o “valerioduto” cheio de dinheiro do Dantas (o Palocci e o Cardozo não podem ouvir falar nisso).
Dilma, você já ouviu falar no Flavio Bierrembach ?
O Flavio é um homem honrado.
Ele era candidato a deputado com o Serra e acusou o Serra de ladrão.
O Serra foi para cima dele.
Por azar, a ação caiu na mão do Juiz Walter Maierovitch.
Maierovitch chamou o Bierrembach às falas: que historia é essa de chamar alguém de ladrão, sem provas ?
O Bierrembach pediu “exceção da verdade” – ou seja, quero provar o que digo.
Maierovitch imediatamente deu ao Bierrembach o direito de provar o que dizia.
Dilma, sabe o que o Serra fez ?
Engavetou a ação.
Chama o Bierrembach para contar essa história.
Chama o Maierovitch – e só ligar para a Mara, secretária do Mino, na Carta Capital, que a Mara acha o Maierovitch rapidinho.
E põe uma claquete assim: “O Serra não deixou a Justiça provar que ele não é ladrão”.
Querer ganhar eleição do Serra com o IBGE não basta.
Ele faz e diz QUALQUER COISA !
Dilma, e o telefonema do Serra para o Gilmar Dantas (***) ?
Mostra aquela foto dele no auditório e o voto do Gilmar no dia seguinte.
Esses dois, Dilma, fazem qualquer coisa.
E trate de ganhar a eleição com bastante folga.
Porque essa urna eletrônica sem o papelzinho do Brizola é um convite à fraude.
E se for para o tapetão, o Marco Aurélio de Mello está lá e o Gilmar fica na reserva.
Um perigo !
Sobre o massacre do PiG (*) contra a Petrobrás, para impedir que você use a Petrobrás na campanha.
Dilma, você conhece a história do John Kerry ?
O John Kerry combateu no Vietnã e foi condecorado TRÊS VÊZES.
Ele tem a “Purple Heart”, a medalha de que os americanos mais se orgulham.
Ele dirigia missões de destreza e rapidez, nuns barquinhos, os Swifts, com poucos companheiros a bordo.
Uma espécie de SWAT.
Em diferentes ações, Kerry foi ferido, matou um vietcong que o tinha atacado e salvou a vida de subordinados.
Ele foi candidato à Presidência contra o Bush, na segunda vez.
Bush fazia nos debates o “Bushinho paz e amor”.
Bush era “do bem”.
Como “Serra é do bem”.
Mas, por trás, veio o trator – cheio de grana.
Criou-se um grupo auto-intitulado de “Veteranos dos Swift em Busca da Verdade”.
Eles produziram um documentário – com dinheiro de quem, Dilma ? – para demonstrar que Kerry não podia ser presidente.
Porque ele mentiu sobre o seu papel no Vietnã.
Que ele não merecia nenhuma daquelas medalhas.
Era um líder inepto.
E, no fundo, no fundo, um covarde.
Os “amigos do presidente Serra” compraram horário nas televisões do interior para exibir o documentário.
(Lá não tem horário eleitoral gratuito.)
Como Kerry tinha dito, ao sentar praça, que era contra a Guerra do Vietnã, ele foi estigmatizado pelos “Veteranos dos Swift”: um Traidor da Pátria, um Vendilhão da Pátria.
Veja bem, Dilma, TRÊS medalhas por bravura !
E passou a campanha sem poder invocar seu passado heróico.
O Serra é assim também: capaz de tudo.
O bye-bye Serra forever não se dará mais com a Economia.
Não basta pendurar o FHC no pescoço do Serra.
O Serra levou o jogo para o campo dele – a vala negra.
O da calhordice, como diz o Ciro, um especialista na alma do Serra.
Neste momento, essa história de não “baixar o nível” só funcionaria em eleição para Madre Superiora.
Paulo Henrique Amorim
(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
(**) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que avacalha o Presidente Lula por causa de um comercial de TV; que publica artigo sórdido de ex-militante do PT; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.
sábado, 9 de outubro de 2010
Marina, morena, você se pintou...

Marina,... você se pintou? –– Maurício Abdalla [1]
“Marina, morena Marina, você se pintou” – diz a canção de Caymmi. Mas é provável, Marina, que pintaram você. Era a candidata ideal: mulher, militante, ecológica e socialmente comprometida com o “grito da Terra e o grito dos pobres”, como diz Leonardo.
Dizem que escolheu o partido errado. Pode ser. Mas, por outro lado, o que é certo neste confuso tempo de partidos gelatinosos, de alianças surreais e de pragmatismo hiperbólico? Quem pode atirar a primeira pedra no que diz respeito a escolhas partidárias?
Mas ainda assim, Marina, sua candidatura estava fadada a não decolar. Não pela causa que defende, não pela grandeza de sua figura. Mas pelo fato de que as verdadeiras causas que afetam a população do Brasil não interessam aos financiadores de campanha, às elites e aos seus meios de comunicação. A batalha não era para ser sua. Era de Dilma contra Serra. Do governo Lula contra o governo do PSDB/DEM. Assim decidiram as “famiglias” que controlam a informação no país. E elas não só decidiram quem iria duelar, mas também quiseram definir o vencedor. O Estadão dixit: Serra deve ser eleito.
Mas a estratégia de reconduzir ao poder a velha aliança PSDB/DEM estava fazendo água. O povo insistia em confirmar não a sua preferência por Dilma, mas seu apreço pelo Lula. O que, é claro, se revertia em intenção de voto em sua candidata. Mas “os filhos das trevas são mais espertos do que os filhos da luz”. Sacaram da manga um ás escondido. Usar a Marina como trampolim para levar o tucano para o segundo turno e ganhar tempo para a guerra suja.
Marina, você, cujo coração é vermelho e verde, foi pintada de azul. “Azul tucano”. Deram-lhe o espaço que sua causa nunca teve, que sua luta junto aos seringueiros e contra as elites rurais jamais alcançaria nos grandes meios de comunicação. A Globo nunca esteve ao seu lado. A Veja, a FSP, o Estadão jamais se preocuparam com a ecologia profunda. Eles sempre foram, e ainda são, seus e nossos inimigos viscerais.
Mas a estratégia deu certo. Serra foi para o segundo turno, e a mídia não cansa de propagar a “vitória da Marina”. Não aceite esse presente de grego. Hão de descartá-la assim que você falar qual é exatamente a sua luta e contra quem ela se dirige.
“Marina, você faça tudo, mas faça o favor”: não deixe que a pintem de azul tucano. Sua história não permite isso. E não deixe que seus eleitores se iludam acreditando que você está mais perto de Serra do que de Dilma. Que não pensem que sua luta pode torná-la neutra ou que pensem que para você “tanto faz”. Que os percalços e dificuldades que você teve no Governo Lula não a façam esquecer os 8 anos de FHC e os 500 anos de domínio absoluto da Casagrande no país cuja maioria vive na senzala. Não deixe que pintem “esse rosto que o povo gosta, que gosta e é só dele”.
Dilma, admitamos, não é a candidata de nossos sonhos. Mas Serra o é de nossos mais terríveis pesadelos. Ajude-nos a enfrentá-lo. Você não precisa dos paparicos da elite brasileira e de seus meios de comunicação. “Marina, você já é bonita com o que Deus lhe deu”.
[1] Professor de filosofia da UFES, autor de ‘Iara e a Arca da Filosofia’ (Mercuryo Jovem), dentre outros. mauricio.abdalla@uol.com.br
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Código Florestal deixa sequelas no PC do B
Código Florestal: desce Aldo Rebelo, sobe Ivan Valente
Por Leonardo Sakamoto
Dois congressistas se destacaram na Câmara dos Deputados, neste ano, por conta dos debates sobre a reforma do Código Florestal: de um lado, o relator do novo texto, Aldo Rebelo (PC do B-SP) e, do outro, um dos principais críticos à mudança, Ivan Valente (PSol-SP). No que pese ambos estarem em partidos à esquerda no espectro político, eles defendem posições opostas. Agora, analisando os números vindos das urnas, é possível afirmar que o debate chegou à sociedade e causou algum impacto nas votações que os dois receberam neste domingo.
De acordo com o site do Tribunal Superior Eleitoral, em 2006, Aldo teve 169.621 votos e Ivan, 83.719 eleitores.
Nesta eleição, a situação se inverteu: com 99,99% dos votos apurados, Aldo tinha 132.099 votos, enquanto Ivan ostentava 189.000. Aldo está 22% menor em comparação à situação de quatro anos atrás e Ivan 126% maior. Ou seja, mesmo com a previsão de ganho de simpatizantes entre os produtores rurais que se vêem beneficiados com seu discurso e prática (vale a leitura de matéria do jornal Valor Econômico sobre isso), o relator do novo Código Florestal não conseguiu compensar a perda de seus eleitores tradicionais, urbanos e de esquerda.
Vale ressaltar que ambos foram reeleitos e com as maiores votações de seus partidos em São Paulo.
Segundo informações passadas por quadros do PC do B e do aliado PT, eram muitos os que tecem críticas à forma através da qual o deputado está lidando não apenas com a reforma do Código mas também com temas caros a parcelas desses partidos, como o direito das populações indígenas a seus territórios. Analistas políticos esperavam que Aldo tivesse uma expressiva votação por conta do apoio político e financeiro de eleitores do agronegócio. Mas não contavam com uma forte queda na base tradicional do candidato. Ao mesmo tempo, Ivan Valente pode ter ganho votos entre esses mesmos insatisfeitos e junto aos que não concordam com as mudanças na legislação ambiental.
Ainda é cedo para uma análise mais profunda mas é possível que isso seja uma reação social à tentativa de mudança no Código. Uma sinalização que terá que, a partir de agora, ser considerada nos próximos passos do trâmite do novo texto.
A novela do Código – Por 13 votos a 5, uma comissão especial criada na Câmara dos Deputados para discutir a reformulação do Código Florestal aprovou o texto do relator Aldo Rebelo. A matéria ainda têm que passar pelos plenários do Congresso Nacional e ser sancionada pela Presidência da República, mas já causa polêmica entre produtores rurais e militantes sociais e ambientais. O novo texto anistia quem cometeu infrações ambientais, isenta propriedades de até quatro módulos fiscais (cerca de 400 hectares na Amazônia) de refazerem as reservas desmatadas e reduz a faixa mínima de mata ciliar que deve ser preservada à beira de cursos d’água, entre outros pontos. Também proíbe novos desmatamentos por um prazo de cinco anos, algo de difícil cumprimento uma vez que a política do fato consumado já mostrou que funciona. Aldo Rebelo foi um dos 13 e Ivan Valente um dos 5.
Fontes: http://profcmazucheli.blogspot.com/2010/10/codigo-florestal-desce-aldo-rebelo-sobe.html
http://blogdosakamoto.uol.com.br/2010/10/04/codigo-florestal-desce-aldo-rebelo-sobe-ivan-valente/
Por Leonardo Sakamoto
Dois congressistas se destacaram na Câmara dos Deputados, neste ano, por conta dos debates sobre a reforma do Código Florestal: de um lado, o relator do novo texto, Aldo Rebelo (PC do B-SP) e, do outro, um dos principais críticos à mudança, Ivan Valente (PSol-SP). No que pese ambos estarem em partidos à esquerda no espectro político, eles defendem posições opostas. Agora, analisando os números vindos das urnas, é possível afirmar que o debate chegou à sociedade e causou algum impacto nas votações que os dois receberam neste domingo.
De acordo com o site do Tribunal Superior Eleitoral, em 2006, Aldo teve 169.621 votos e Ivan, 83.719 eleitores.
Nesta eleição, a situação se inverteu: com 99,99% dos votos apurados, Aldo tinha 132.099 votos, enquanto Ivan ostentava 189.000. Aldo está 22% menor em comparação à situação de quatro anos atrás e Ivan 126% maior. Ou seja, mesmo com a previsão de ganho de simpatizantes entre os produtores rurais que se vêem beneficiados com seu discurso e prática (vale a leitura de matéria do jornal Valor Econômico sobre isso), o relator do novo Código Florestal não conseguiu compensar a perda de seus eleitores tradicionais, urbanos e de esquerda.
Vale ressaltar que ambos foram reeleitos e com as maiores votações de seus partidos em São Paulo.
Segundo informações passadas por quadros do PC do B e do aliado PT, eram muitos os que tecem críticas à forma através da qual o deputado está lidando não apenas com a reforma do Código mas também com temas caros a parcelas desses partidos, como o direito das populações indígenas a seus territórios. Analistas políticos esperavam que Aldo tivesse uma expressiva votação por conta do apoio político e financeiro de eleitores do agronegócio. Mas não contavam com uma forte queda na base tradicional do candidato. Ao mesmo tempo, Ivan Valente pode ter ganho votos entre esses mesmos insatisfeitos e junto aos que não concordam com as mudanças na legislação ambiental.
Ainda é cedo para uma análise mais profunda mas é possível que isso seja uma reação social à tentativa de mudança no Código. Uma sinalização que terá que, a partir de agora, ser considerada nos próximos passos do trâmite do novo texto.
A novela do Código – Por 13 votos a 5, uma comissão especial criada na Câmara dos Deputados para discutir a reformulação do Código Florestal aprovou o texto do relator Aldo Rebelo. A matéria ainda têm que passar pelos plenários do Congresso Nacional e ser sancionada pela Presidência da República, mas já causa polêmica entre produtores rurais e militantes sociais e ambientais. O novo texto anistia quem cometeu infrações ambientais, isenta propriedades de até quatro módulos fiscais (cerca de 400 hectares na Amazônia) de refazerem as reservas desmatadas e reduz a faixa mínima de mata ciliar que deve ser preservada à beira de cursos d’água, entre outros pontos. Também proíbe novos desmatamentos por um prazo de cinco anos, algo de difícil cumprimento uma vez que a política do fato consumado já mostrou que funciona. Aldo Rebelo foi um dos 13 e Ivan Valente um dos 5.
Fontes: http://profcmazucheli.blogspot.com/2010/10/codigo-florestal-desce-aldo-rebelo-sobe.html
http://blogdosakamoto.uol.com.br/2010/10/04/codigo-florestal-desce-aldo-rebelo-sobe-ivan-valente/
sábado, 2 de outubro de 2010
Reitores das Universidades Federais conclamam: O Brasil da gestão do PT está no rumo certo para a educação!
Fonte: http://www.advivo.com.br/luisnassif
EDUCAÇÃO – O BRASIL NO RUMO CERTO
(Manifesto de Reitores das Universidades Federais à Nação Brasileira)
Da pré-escola ao pós-doutoramento - ciclo completo educacional e acadêmico de
formação das pessoas na busca pelo crescimento pessoal e profissional - consideramos que o Brasil
encontrou o rumo nos últimos anos, graças a políticas, aumento orçamentário, ações e programas
implementados pelo Governo Lula com a participação decisiva e direta de seus ministros, os quais
reconhecemos, destacando o nome do Ministro Fernando Haddad.
Aliás, de forma mais ampla, assistimos a um crescimento muito significativo do País em
vários domínios: ocorreu a redução marcante da miséria e da pobreza; promoveu-se a inclusão social
de milhões de brasileiros, com a geração de empregos e renda; cresceu a autoestima da população, a
confiança e a credibilidade internacional, num claro reconhecimento de que este é um País sério,
solidário, de paz e de povo trabalhador. Caminhamos a passos largos para alcançar patamares mais
elevados no cenário global, como uma Nação livre e soberana que não se submete aos ditames e aos
interesses de países ou organizações estrangeiras.
Este período do Governo Lula ficará registrado na história como aquele em que mais se
investiu em educação pública: foram criadas e consolidadas 14 novas universidades federais; instituise
a Universidade Aberta do Brasil; foram construídos mais de 100 campi universitários pelo interior
do País; e ocorreu a criação e a ampliação, sem precedentes históricos, de Escolas Técnicas e Institutos
Federais. Através do PROUNI, possibilitou-se o acesso ao ensino superior a mais de 700.000 jovens.
Com a implantação do REUNI, estamos recuperando nossas Universidades Federais, de norte a sul e
de leste a oeste. No geral, estamos dobrando de tamanho nossas Instituições e criando milhares de
novos cursos, com investimentos crescentes em infraestrutura e contratação, por concurso público, de
profissionais qualificados. Essas políticas devem continuar para consolidar os programas atuais e,
inclusive, serem ampliadas no plano Federal, exigindo-se que os Estados e Municípios também
cumpram com as suas responsabilidades sociais e constitucionais, colocando a educação como uma
prioridade central de seus governos.
Por tudo isso e na dimensão de nossas responsabilidades enquanto educadores, dirigentes
universitários e cidadãos que desejam ver o País continuar avançando sem retrocessos, dirigimo-nos à
sociedade brasileira para afirmar, com convicção, que estamos no rumo certo e que devemos
continuar lutando e exigindo dos próximos governantes a continuidade das políticas e investimentos
na educação em todos os níveis, assim como na ciência, na tecnologia e na inovação, de que o Brasil
tanto precisa para se inserir, de uma forma ainda mais decisiva, neste mundo contemporâneo em
constantes transformações.
Finalizamos este manifesto prestando o nosso reconhecimento e a nossa gratidão ao
Presidente Lula por tudo que fez pelo País, em especial, no que se refere às políticas para educação,
ciência e tecnologia. Ele também foi incansável em afirmar, sempre, que recurso aplicado em
educação não é gasto, mas sim investimento no futuro do País. Foi exemplo, ainda, ao receber em
reunião anual, durante os seus 8 anos de mandato, os Reitores das Universidades Federais para
debater políticas e ações para o setor, encaminhando soluções concretas, inclusive, relativas à
Autonomia Universitária.
Alan Barbiero - Universidade Federal do Tocantins (UFT) José Weber Freire Macedo – Univ. Fed. do Vale do São Francisco
(UNIVASF)
Aloisio Teixeira - Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Josivan Barbosa Menezes - Universidade Federal Rural do Semiárido
(UFERSA)
Amaro Henrique Pessoa Lins - Universidade Federal de
Pernambuco (UFPE)
Malvina Tânia Tuttman – Univ. Federal do Estado do Rio de
Janeiro (UNIRIO)
Ana Dayse Rezende Dórea - Universidade Federal de Alagoas
(UFAL)
Maria Beatriz Luce – Universidade Federal do Pampa
(UNIPAMPA)
Antonio César Gonçalves Borges - Universidade Federal de Pelotas
(UFPel)
Maria Lúcia Cavalli Neder - Universidade Federal de Mato Grosso
(UFMT)
Carlos Alexandre Netto - Universidade Federal do Rio Grande do
Sul (UFRGS)
Miguel Badenes P. Filho – Centro Fed. de Ed. Tec. (CEFET RJ)
Carlos Eduardo Cantarelli – Univ. Tec. Federal do Paraná (UTFPR) Miriam da Costa Oliveira – Univ.. Fed. de Ciênc. da Saúde de POA
(UFCSPA)
Célia Maria da Silva Oliveira – Univ. Federal de Mato Grosso do
Sul (UFMS)
Natalino Salgado Filho - Universidade Federal do Maranhão
(UFMA)
Damião Duque de Farias - Universidade Federal da Grande
Dourados (UFGD)
Paulo Gabriel S. Nacif – Universidade Federal do Recôncavo da
Bahia (UFRB)
Felipe .Martins Müller - Universidade Federal da Santa Maria
(UFSM).
Pedro Angelo A. Abreu – Univ. Fed. do Vale do Jequetinhonha e
Mucuri (UFVJM)
Hélgio Trindade – Univ. Federal da Integração Latino-Americana
(UNILA)
Ricardo Motta Miranda – Univ. Fed. Rural do Rio de Janeiro
(UFRRJ)
Hélio Waldman – Universidade Federal do ABC (UFABC) Roberto de Souza Salles - Universidade Federal Fluminense (UFF)
Henrique Duque Chaves Filho – Univ. Federal de Juiz de Fora
(UFJF)
Romulo Soares Polari - Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
Jesualdo Pereira Farias - Universidade Federal do Ceará - UFC Sueo Numazawa - Universidade Federal Rural da Amazônia
(UFRA)
João Carlos Brahm Cousin - Universidade Federal do Rio Grande –
(FURG)
Thompson F. Mariz - Universidade Federal de Campina Grande
(UFCG)
José Carlos Tavares Carvalho - Universidade Federal do Amapá
(UNIFAP)
Valmar C. de Andrade - Universidade Federal Rural de
Pernambuco (UFRPE)
José Geraldo de Sousa Júnior - Universidade Federal de Brasília
(UNB)
Virmondes Rodrigues Junior – Universidade Federal do Triângulo
Mineiro (UFTM)
José Seixas Lourenço – Universidade Federal do Oeste do Pará
(UFOPA)
Walter Manna Albertoni - Universidade Federal de São Paulo
( UNIFESP)
EDUCAÇÃO – O BRASIL NO RUMO CERTO
(Manifesto de Reitores das Universidades Federais à Nação Brasileira)
Da pré-escola ao pós-doutoramento - ciclo completo educacional e acadêmico de
formação das pessoas na busca pelo crescimento pessoal e profissional - consideramos que o Brasil
encontrou o rumo nos últimos anos, graças a políticas, aumento orçamentário, ações e programas
implementados pelo Governo Lula com a participação decisiva e direta de seus ministros, os quais
reconhecemos, destacando o nome do Ministro Fernando Haddad.
Aliás, de forma mais ampla, assistimos a um crescimento muito significativo do País em
vários domínios: ocorreu a redução marcante da miséria e da pobreza; promoveu-se a inclusão social
de milhões de brasileiros, com a geração de empregos e renda; cresceu a autoestima da população, a
confiança e a credibilidade internacional, num claro reconhecimento de que este é um País sério,
solidário, de paz e de povo trabalhador. Caminhamos a passos largos para alcançar patamares mais
elevados no cenário global, como uma Nação livre e soberana que não se submete aos ditames e aos
interesses de países ou organizações estrangeiras.
Este período do Governo Lula ficará registrado na história como aquele em que mais se
investiu em educação pública: foram criadas e consolidadas 14 novas universidades federais; instituise
a Universidade Aberta do Brasil; foram construídos mais de 100 campi universitários pelo interior
do País; e ocorreu a criação e a ampliação, sem precedentes históricos, de Escolas Técnicas e Institutos
Federais. Através do PROUNI, possibilitou-se o acesso ao ensino superior a mais de 700.000 jovens.
Com a implantação do REUNI, estamos recuperando nossas Universidades Federais, de norte a sul e
de leste a oeste. No geral, estamos dobrando de tamanho nossas Instituições e criando milhares de
novos cursos, com investimentos crescentes em infraestrutura e contratação, por concurso público, de
profissionais qualificados. Essas políticas devem continuar para consolidar os programas atuais e,
inclusive, serem ampliadas no plano Federal, exigindo-se que os Estados e Municípios também
cumpram com as suas responsabilidades sociais e constitucionais, colocando a educação como uma
prioridade central de seus governos.
Por tudo isso e na dimensão de nossas responsabilidades enquanto educadores, dirigentes
universitários e cidadãos que desejam ver o País continuar avançando sem retrocessos, dirigimo-nos à
sociedade brasileira para afirmar, com convicção, que estamos no rumo certo e que devemos
continuar lutando e exigindo dos próximos governantes a continuidade das políticas e investimentos
na educação em todos os níveis, assim como na ciência, na tecnologia e na inovação, de que o Brasil
tanto precisa para se inserir, de uma forma ainda mais decisiva, neste mundo contemporâneo em
constantes transformações.
Finalizamos este manifesto prestando o nosso reconhecimento e a nossa gratidão ao
Presidente Lula por tudo que fez pelo País, em especial, no que se refere às políticas para educação,
ciência e tecnologia. Ele também foi incansável em afirmar, sempre, que recurso aplicado em
educação não é gasto, mas sim investimento no futuro do País. Foi exemplo, ainda, ao receber em
reunião anual, durante os seus 8 anos de mandato, os Reitores das Universidades Federais para
debater políticas e ações para o setor, encaminhando soluções concretas, inclusive, relativas à
Autonomia Universitária.
Alan Barbiero - Universidade Federal do Tocantins (UFT) José Weber Freire Macedo – Univ. Fed. do Vale do São Francisco
(UNIVASF)
Aloisio Teixeira - Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Josivan Barbosa Menezes - Universidade Federal Rural do Semiárido
(UFERSA)
Amaro Henrique Pessoa Lins - Universidade Federal de
Pernambuco (UFPE)
Malvina Tânia Tuttman – Univ. Federal do Estado do Rio de
Janeiro (UNIRIO)
Ana Dayse Rezende Dórea - Universidade Federal de Alagoas
(UFAL)
Maria Beatriz Luce – Universidade Federal do Pampa
(UNIPAMPA)
Antonio César Gonçalves Borges - Universidade Federal de Pelotas
(UFPel)
Maria Lúcia Cavalli Neder - Universidade Federal de Mato Grosso
(UFMT)
Carlos Alexandre Netto - Universidade Federal do Rio Grande do
Sul (UFRGS)
Miguel Badenes P. Filho – Centro Fed. de Ed. Tec. (CEFET RJ)
Carlos Eduardo Cantarelli – Univ. Tec. Federal do Paraná (UTFPR) Miriam da Costa Oliveira – Univ.. Fed. de Ciênc. da Saúde de POA
(UFCSPA)
Célia Maria da Silva Oliveira – Univ. Federal de Mato Grosso do
Sul (UFMS)
Natalino Salgado Filho - Universidade Federal do Maranhão
(UFMA)
Damião Duque de Farias - Universidade Federal da Grande
Dourados (UFGD)
Paulo Gabriel S. Nacif – Universidade Federal do Recôncavo da
Bahia (UFRB)
Felipe .Martins Müller - Universidade Federal da Santa Maria
(UFSM).
Pedro Angelo A. Abreu – Univ. Fed. do Vale do Jequetinhonha e
Mucuri (UFVJM)
Hélgio Trindade – Univ. Federal da Integração Latino-Americana
(UNILA)
Ricardo Motta Miranda – Univ. Fed. Rural do Rio de Janeiro
(UFRRJ)
Hélio Waldman – Universidade Federal do ABC (UFABC) Roberto de Souza Salles - Universidade Federal Fluminense (UFF)
Henrique Duque Chaves Filho – Univ. Federal de Juiz de Fora
(UFJF)
Romulo Soares Polari - Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
Jesualdo Pereira Farias - Universidade Federal do Ceará - UFC Sueo Numazawa - Universidade Federal Rural da Amazônia
(UFRA)
João Carlos Brahm Cousin - Universidade Federal do Rio Grande –
(FURG)
Thompson F. Mariz - Universidade Federal de Campina Grande
(UFCG)
José Carlos Tavares Carvalho - Universidade Federal do Amapá
(UNIFAP)
Valmar C. de Andrade - Universidade Federal Rural de
Pernambuco (UFRPE)
José Geraldo de Sousa Júnior - Universidade Federal de Brasília
(UNB)
Virmondes Rodrigues Junior – Universidade Federal do Triângulo
Mineiro (UFTM)
José Seixas Lourenço – Universidade Federal do Oeste do Pará
(UFOPA)
Walter Manna Albertoni - Universidade Federal de São Paulo
( UNIFESP)
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
TRE proíbe divulgação de cartaz da Apeoesp nas escolas.
TRE proíbe divulgação de cartaz da Apeoesp nas escolas.
Do site Vi o Mundo:
“PSDB e DEM entraram com ação no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) contra a divulgação de cartaz do Sindicato dos Professores do Estado de São Paulo (Apeoesp), que aponta os nomes dos deputados que, em 2009, votaram a favor do Projeto de Lei Complementar nº 29, conhecido como PLC 29. Em decisão liminar, o juiz Luís Francisco Aguilar Cortez determinou a retirada dos existentes nas escolas.
“Nós achamos injusta a proibição, mas estão cumprindo a decisão”, afirma a Maria Izabel Azevedo Noronha, presidente da Apeoesp. “Por que o TRE-SP não proíbe a propaganda do Serra que divulga a história de dois professores na sala de aula, que é uma mentira?”
Para quem não se lembra, o PLC 29, Projeto de Lei Complementar nº 29, instituiu a prova de mérito para evoluir na carreira e receber até 25% de aumento. Ele prevê ainda que serão promovidos até 20% dos professores que atingirem uma pontuação pré-estabelecida numa prova.
O cartaz foi proibido nas escolas, mas você pode conferí-lo aqui:
Do site Vi o Mundo:
“PSDB e DEM entraram com ação no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) contra a divulgação de cartaz do Sindicato dos Professores do Estado de São Paulo (Apeoesp), que aponta os nomes dos deputados que, em 2009, votaram a favor do Projeto de Lei Complementar nº 29, conhecido como PLC 29. Em decisão liminar, o juiz Luís Francisco Aguilar Cortez determinou a retirada dos existentes nas escolas.
“Nós achamos injusta a proibição, mas estão cumprindo a decisão”, afirma a Maria Izabel Azevedo Noronha, presidente da Apeoesp. “Por que o TRE-SP não proíbe a propaganda do Serra que divulga a história de dois professores na sala de aula, que é uma mentira?”
Para quem não se lembra, o PLC 29, Projeto de Lei Complementar nº 29, instituiu a prova de mérito para evoluir na carreira e receber até 25% de aumento. Ele prevê ainda que serão promovidos até 20% dos professores que atingirem uma pontuação pré-estabelecida numa prova.
O cartaz foi proibido nas escolas, mas você pode conferí-lo aqui:
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
PSDB lança bolsa anti-solidão! Parceria do metrô!
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Mais uma carta de alforria dada por LULA! e pelo excelente trabalho do ministro Juca Ferreira.
Orçamento do MinC em 2011 será protegido
Lei impede bloqueio da verba pelo Estado
DE SÃO PAULO
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq1208201013.htm
O orçamento do Fundo Nacional de Cultura - verba pública destinada à execução de projetos, programas e ações culturais - foi protegido de qualquer forma de contingenciamento em lei assinada pelo presidente Lula.
A emenda que impede o bloqueio do FNC foi sancionada na Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2011, publicada ontem no "Diário Oficial da União".
O Ministro da Cultura, Juca Ferreira, considera esta "uma vitória enorme de toda a área cultural".
"Nosso projeto, desde que chegamos aqui, é sair da dependência da renúncia fiscal - mecanismo que, mesmo em se tratando de dinheiro público, passa por uma intermediação de agentes privados", afirma Ferreira.
Segundo ele, é difícil fazer política pública tendo que pagar tributo ou retorno de imagem a quem se associa.
Sobre o fato de a imunidade dos recursos ter sido aprovada perto das eleições, Ferreira diz: "Estou trabalhando política de Estado, que está além das fronteiras do ciclo eleitoral. Precisamos pensar a médio e longo prazos. Se nos ativermos a esses ciclos, estamos perdidos."
A verba do Fundo Nacional de Cultura é distribuída pelo Ministério da Cultura, sobretudo por meio de editais.
Segundo dados da pasta, foram disponibilizados R$ 472,8 milhões do FNC para serem investidos em projetos culturais em 2008.
O valor investido em 2009 subiu para R$ 523,3 milhões e, em 2010, chegou a R$ 898,1 milhões.
Lei impede bloqueio da verba pelo Estado
DE SÃO PAULO
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq1208201013.htm
O orçamento do Fundo Nacional de Cultura - verba pública destinada à execução de projetos, programas e ações culturais - foi protegido de qualquer forma de contingenciamento em lei assinada pelo presidente Lula.
A emenda que impede o bloqueio do FNC foi sancionada na Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2011, publicada ontem no "Diário Oficial da União".
O Ministro da Cultura, Juca Ferreira, considera esta "uma vitória enorme de toda a área cultural".
"Nosso projeto, desde que chegamos aqui, é sair da dependência da renúncia fiscal - mecanismo que, mesmo em se tratando de dinheiro público, passa por uma intermediação de agentes privados", afirma Ferreira.
Segundo ele, é difícil fazer política pública tendo que pagar tributo ou retorno de imagem a quem se associa.
Sobre o fato de a imunidade dos recursos ter sido aprovada perto das eleições, Ferreira diz: "Estou trabalhando política de Estado, que está além das fronteiras do ciclo eleitoral. Precisamos pensar a médio e longo prazos. Se nos ativermos a esses ciclos, estamos perdidos."
A verba do Fundo Nacional de Cultura é distribuída pelo Ministério da Cultura, sobretudo por meio de editais.
Segundo dados da pasta, foram disponibilizados R$ 472,8 milhões do FNC para serem investidos em projetos culturais em 2008.
O valor investido em 2009 subiu para R$ 523,3 milhões e, em 2010, chegou a R$ 898,1 milhões.
domingo, 5 de setembro de 2010
Sigilo de Serra é violado há séculos!
fonte: http://amoralnato.blogspot.com/2010/09/um-historico-de-abusos.html

Um Histórico de Abusos
Pesquisadores revelam fraudes contra a família Serra ao longo dos séculos
USP – Professores de história, pesquisadores, cientistas políticos e membros da bancada ruralista apresentaram, hoje de manhã, um estudo que comprova a violação de membros da família Serra desde o século XVI. O comitê da campanha “Serra na Hora da Virada” convocou uma coletiva de imprensa para apresentar as evidências. Na abertura, às 14 horas da madrugada, José Serra fez um discurso inflamado: “Ao longo dos séculos, minha linhagem foi acusada com histórias da carochinha, trololós do arco da velha e bafafás inescrupulosos”. Em seguida, discorreu longamente sobre as técnicas de espionagem adotadas pela KGB, Gestapo, Interpol, Scotland Yard e FBI para sabotar as antigas e futuras gerações de Serras. As nove pessoas presentes à coletiva foram acordadas novamente para observar a projeção de transparências que reproduzimos abaixo:

O Conde Parnáfasus Serra teve seu banco de sangue violado por camponeses aloprados. O caso foi levado para a Inquisição, mas não deu em nada.

A capitania hereditária de Joaquim Serra foi invadida por índios da costa brasileira e caseiros. Todas as suas cartas de alforria foram vasculhadas. O suposto crime foi levado à corte, mas os culpados não foram encontrados.

Don Antonio Serra, um grande conquistador, ficou famoso por ser o único Serra dotado de carisma. Durante uma noite de paixão intensa, teve todas as suas cartas de amor vasculhadas pelas amantes Vânia, Dona Maria e por seu parceiro Damião. Deprimido, Don Antonio sequer tentou reaver seus sonetos decassílabos.

Ninguém fazia uma “Lula à dorê” como o cozinheiro Jean Pierre Serrá. Mas o mestre dos temperos improváveis sofreu anos com a violação de suas receitas pelo bandejão da CUT. Serrá tentou levar o caso adiante, mas morreu envenenado.

Famoso pelo truque solene com que fazia brotar imensas cabines de pedágio no palco e com a desenvoltura com que fazia desaparecer imensos acampamentos de Sem Terra, o grande mágico David Roldini Serra caiu no ostracismo depois de ter sua técnica exposta em um programa de TV comunitária ligado ao MST. Todos os envolvidos desapareceram.
Na saída da coletiva, Serra perdeu o laser que usava para apontar as transparências na parede. Ao chegar no carro, deu falta dos óculos.
By: Piauí Herald
Via Contexto Livre

Um Histórico de Abusos
Pesquisadores revelam fraudes contra a família Serra ao longo dos séculos
USP – Professores de história, pesquisadores, cientistas políticos e membros da bancada ruralista apresentaram, hoje de manhã, um estudo que comprova a violação de membros da família Serra desde o século XVI. O comitê da campanha “Serra na Hora da Virada” convocou uma coletiva de imprensa para apresentar as evidências. Na abertura, às 14 horas da madrugada, José Serra fez um discurso inflamado: “Ao longo dos séculos, minha linhagem foi acusada com histórias da carochinha, trololós do arco da velha e bafafás inescrupulosos”. Em seguida, discorreu longamente sobre as técnicas de espionagem adotadas pela KGB, Gestapo, Interpol, Scotland Yard e FBI para sabotar as antigas e futuras gerações de Serras. As nove pessoas presentes à coletiva foram acordadas novamente para observar a projeção de transparências que reproduzimos abaixo:

O Conde Parnáfasus Serra teve seu banco de sangue violado por camponeses aloprados. O caso foi levado para a Inquisição, mas não deu em nada.

A capitania hereditária de Joaquim Serra foi invadida por índios da costa brasileira e caseiros. Todas as suas cartas de alforria foram vasculhadas. O suposto crime foi levado à corte, mas os culpados não foram encontrados.

Don Antonio Serra, um grande conquistador, ficou famoso por ser o único Serra dotado de carisma. Durante uma noite de paixão intensa, teve todas as suas cartas de amor vasculhadas pelas amantes Vânia, Dona Maria e por seu parceiro Damião. Deprimido, Don Antonio sequer tentou reaver seus sonetos decassílabos.

Ninguém fazia uma “Lula à dorê” como o cozinheiro Jean Pierre Serrá. Mas o mestre dos temperos improváveis sofreu anos com a violação de suas receitas pelo bandejão da CUT. Serrá tentou levar o caso adiante, mas morreu envenenado.

Famoso pelo truque solene com que fazia brotar imensas cabines de pedágio no palco e com a desenvoltura com que fazia desaparecer imensos acampamentos de Sem Terra, o grande mágico David Roldini Serra caiu no ostracismo depois de ter sua técnica exposta em um programa de TV comunitária ligado ao MST. Todos os envolvidos desapareceram.
Na saída da coletiva, Serra perdeu o laser que usava para apontar as transparências na parede. Ao chegar no carro, deu falta dos óculos.
By: Piauí Herald
Via Contexto Livre
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