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domingo, 4 de maio de 2014

Manifestação pela liberdade da ARTE na RUA!



Para entender, eis o Decreto que gerou toda esta mobilização.

"-= ATENÇÃO: reunião urgente de mobilização e discussão sobre o decreto. Segunda-feira 24/3 às 18hs no Ateliê Compartilhado Casa Amarela (altura da Rua da Consolação, 1075) https://www.facebook.com/events/609544142463090 =-

Como muita gente sabe, a Prefeitura de São Paulo publicou na sexta passada, sem avisar ninguém, um decreto (decreto 54.948, compartilhado nesse post, pode ser encontrado aqui http://bit.ly/1gpOpVf ) para iniciar a regulamentação da lei municipal de artistas de rua (lei 15.776, disponível aqui http://bit.ly/1lTSII6 ).

De cara, já rolou barulho, com matéria na Folha de São Paulo (http://bit.ly/1f2A77y ou http://bit.ly/1dn75Vs para quem não assina a Folha), que infelizmente esclarece pouco sobre as características do decreto (sugestão a jornalistas: forneçam sempre um link curto para a íntegra de leis, decretos e afins). A Veja São Paulo também noticiou: http://abr.ai/1rcv6lu.

Bom, passado todo o barulho e indignação resultantes de aflição com manchetes, que tal uma análise mais fria do decreto e do processo todo?

Para começar, precisamos lembrar do seguinte: nossa sociedade é formada por diversos setores. Tanto o Executivo quanto o Legislativo precisam ouvir TODOS para conseguir conciliar interesses. Obviamente, alguns setores detêm muito mais poder que outros. Quem você acha que tem mais força: o comércio, que rende rios de dinheiro em impostos, ou artistas de rua, que nem fazem coceira nos cofres públicos, mas têm um papel fundamental no ordenamento do espaço urbano e na criação de espaços de convivência? Tire suas próprias conclusões…

Enfim, é importante deixar claro o processo de criação da lei e de sua consequente regulamentação. O projeto de lei foi redigido com base em amplas discussões entre vereadores, artistas de rua e representantes de organizações ligadas ao comércio e à vizinhança de áreas com alta concentração de apresentações de rua (Centro e Paulista). A lei foi votada e sancionada em um prazo relativamente curto (um ano e meio) por conta da pressão de artistas de rua. Uma vez sancionada a lei, foi aberta uma discussão pública a respeito da regulamentação. Foi realizada uma audiência pública e em seguida diversas reuniões. Minutas foram compartilhadas e discutidas online e presencialmente. Foram removidos ou reescritos artigos e itens que pudessem incorrer em excesso de controle por parte do Estado. Mas, obviamente, tivemos de abrir mão de algumas exigências, para conseguir criar um equilíbrio com as demandas que vinham tanto do Executivo quanto das entidades de bairro e de comércio. Em uma última reunião entre artistas, legisladores, representantes da prefeitura e da região central, chegou-se a um consenso a respeito do texto, onde todo mundo abria mão de alguma coisa. Democracia às vezes tem disso: temos de abrir mão em respeito ao próximo. A minuta aprovada, que ainda está passando por algumas mudanças pequenas de redação, pode ser vista aqui http://bit.ly/1fRECkX.

Mas o que nos pegou de surpresa, afinal? Basicamente, dois fatos:

O primeiro foi a notícia de que a Prefeitura decidiu não publicar a minuta como um decreto, deixando para a Secretaria Municipal de Cultura publicá-la como portaria. Para isto, o Gabinete do Prefeito correu e publicou um "decreto-tampão", mais genérico, explicitando que o detalhamento virá por meio de portaria da SeCult, mas definindo de antemão algumas restrições. Que fique claro: ninguém foi avisado que isso ia acontecer. Só aí, já sentimos uma certa decepção com a prefeitura

O segundo foi a nossa interpretação de que este ato possivelmente aconteceu por conta de forte pressão dos setores comerciais presentes no Centro de São Paulo. ATENÇÃO: esta é uma análise nossa e pode não refletir a realidade por completo.

E o que diz o decreto? Bom, vocês podem ler o texto completo aí na imagem que compartilhei, mas eles diz mais ou menos o seguinte:

1. A Secretaria Municipal de Cultura vai publicar uma portaria detalhando melhor como a lei deve ser interpretada e fiscalizada. Esta portaria terá como base a minuta aprovada em consenso;

2. Foram criadas algumas restrições, a pedido da Secretaria de Coordenação de Subprefeituras, para procurar garantir o fluxo da cidade. Fomos contra estas imposições, pois acreditamos na auto-organização da categoria e consequente desenvolvimento de consensos internos a respeito de como artistas de rua devem ocupar o espaço urbano e conviver com o entorno. Eu, pessoalmente, acho que estes itens podem ser usados no futuro para coibir a atividade e fui voto vencido.
Para resumir, o texto fala mais ou menos o seguinte: apresentações não podem acontecer muito perto de locais com alto fluxo (faixas de pedestre, terminais de metrô ou trem, pontos de ônibus ou taxi, orelhões e monumentos), feiras de arte ou artesanato, repartições públicas, escolas ou hospitais.
Isso tudo seria muito bonitinho, não fosse o fato de que tanto Centro quanto Paulista são repletos de tudo isso. Sem falar nas faixas de pedestre, que são usadas por malabaristas com muita consciência da segurança dos pedestres e veículos à sua volta. De repente, me lembrei de um projeto de lei do vereador Marco Aurélio Cunha (PSD, ex-DEM), que queria proibir malabares de fogo e faca por simplesmente achar que era perigoso, sem sequer consultar as pessoas que trabalham com isso (e que treinam MUITO para diminuir o risco para próximo de zero). Ou seja: se a prefeitura quiser achar que a arte de rua tá dando muito trabalho, pode usar todos esses itens como desculpa pra varrer todo mundo pra fora da rua;

3. O decreto assinado por Kassab em 2011 oficialmente passa a deixar de valer;

4. Agora o ponto polêmico, pois depende de interpretação: "atividades previstas" na lei 15.776 precisam de autorização da subprefeitura para acontecer, sendo obrigados a preencherem um cadastro e enviar uma proposta da apresentação. A confusão aqui é que "atividade prevista" pode ser tanto o rol completo de possibilidades de arte de rua, quanto simplesmente as situações que a lei 15.776 prevê como imprescindíveis de autorização (que são as atividades que usam palcos ou estruturas, definido no Art. 1º, item VI da lei 15.776).
Neste quesito, é fundamental a ajuda de advogados para entender qual das duas situações é a que passa a valer com o decreto. Se valer a primeira opção, onde TODO MUNDO precisa pedir autorização e se cadastrar, aí precisamos gritar muito, pois vai totalmente contra a prerrogativa da nossa lei, contra a Constituição Federal e, principalmente, contradiz o posicionamento público que o prefeito Fernando Haddad tem exibido desde a campanha, quando se colocava sempre contra a repressão e controle da arte de rua.

Quais são os próximos passos?

Bom, primeiro, precisamos pressionar a Secretaria Municipal de Cultura a publicar logo a portaria baseada na minuta aprovada há um mês atrás.
Segundo, precisamos nos reunir para analisar e discutir os efeitos desta regulamentação. Ela nos contempla ou vai contra nossos ideais? Devemos aceitá-la ou nos mobilizarmos para chegar mais próximo do que consideramos o ideal?

Além disso tudo, precisamos nos mobilizar para resolver os diversos conflitos que têm surgido no espaço urbano, com disputas de espaço e exageros por parte de alguns artistas.

Não devemos nunca esquecer que nossos direitos são realmente válidos a partir do momento em que respeitamos os direitos dos outros. A arte de rua deve servir para melhorar a convivência no espaço público. Abusos e conflitos podem criar rachas nada saudáveis, além de queimar o filme de toda a categoria.

O momento agora é de união e reflexão. Tenhamos todos muita calma

PS: Quem quiser pode baixar um PDF do decreto, para impressão: http://bit.ly/1f6DmuP

Celso Reeks

terça-feira, 29 de abril de 2014

GREVES - Agora é a hora!!!



PROFESSORES DA PREFEITURA DE SÃO PAULO - EM GREVE
PROFESSORES DE GUARULHOS - EM GREVE
PROFESSORES DE SÃO CAETANO DO SUL - EM ESTADO DE GREVE

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Dolores e outros grupos ameaçados de perder a sede que recuperaram!

Abaixo-assinado pela continuidade das atividades no espaço do Dolores!

Para quem não sabe, estamos com um abaixo-assinado pela continuidade e ampliação das atividades do CDC Vento Leste - Cidade Patriarca. Queremos que o mesmo permaneça como espaço cultural-desportivo, assim como tem funcionado há mais de dez anos. E pedimos sua ajuda nessa empreitada!
Nós, do Dolores e dos demais grupos que ocupam o espaço, somos contra as investidas para mudança de uso do local ou fracionamento de seu terreno - que já foi fracionado para a construção de um posto de saúde e de uma escola municipal.

O CDC Patriarca é o único equipamento cultural-desportivo público da região, sendo autogerido pelos grupos ocupantes, com a realização de assembleias públicas quinzenais. É um espaço de lazer e aprendizado para todas as idades e que está se tornando referência em São Paulo.

Ali acontecem peças de teatro gratuitas frequentemente, como foi o caso das quatro temporadas d'A Saga do Menino Diamante - Uma ópera periférica, com média de público de 300 pessoas vindas de toda a cidade e até de outras localidades. Além das peças, acontecem shows, aulas de capoeira, campeonatos de futebol e basquete, oficinas de teatro e música, palestras, reuniões de recuperação para dependentes químicos, aulas de dança de salão para a terceira idade, entre outras atividades.
Em breve teremos também as oficinas de Permacultura (com início para 03 de agosto, num sábado) e Serralheria, além da pista de caminhada, que já está em processo de construção.
No segundo semestre realizaremos o II Festival de Teatro Mutirão e inauguraremos um jardim de esculturas para a comunidade.
Os grupos que ocupam o espaço são:
- Grupo Esquadrão Arte Capoeira;
- Grupo Amigos Para Sempre de Dança de Salão;
- Grupo Teatral Parlendas;
- Coletivo Teatral Albertina;
- Coletivo Teatral Dolores Boca Aberta;
- Comunidade Boliviana;
- Comunidade Paraguaia;
- Grupo de Recuperação para Dependentes Químicos;
- Banda Nhocuné Soul.
Para assinar, clique no link acima e acesse a página da Petição Pública, onde está hospedado nosso abaixo-assinado.
Assine e ajude a divulgar para o maior número de pessoas!

sábado, 8 de junho de 2013

Protestar no Facebook não adianta. Tem que fechar avenida! por Carta Capital

Foto: Passe Livre (http://tarifazero.org/mpl/) Fonte do texto: Carta Capital Atos contra o aumento da tarifa Protestar no Facebook não adianta. Tem que fechar avenida Para algo acontecer tem que incomodar. E isso é, sim, coisa de gente civilizada. O dinheiro pressiona de um lado, as ruas têm que pressionar de outro. Por Lino Bocchini por Lino Bocchini — publicado 07/06/2013 Na última quinta-feira, protestos contra o aumento da passagem de ônibus e metrô (que em São Paulo subiram de R$ 3 para R$ 3,20) fecharam três das principais avenidas da cidade –Paulista, 23 de Maio e 9 de Julho. Natal, Goiânia, Porto Alegre e Rio de Janeiro também tiveram manifestações, porém, de menores proporções. Na capital paulista o ato foi chamado pelo Movimento Passe Livre, que defende a tarifa zero no transporte público e há anos faz uma série de manifestações de rua quando a tarifa aumenta. Apesar da convocação “oficial” do MPL, participaram também militantes de outros movimentos e de partidos de esquerda como o Psol e o PSTU, além de gente sem filiação ou militância fixa. Houve alguma depredação: lixeiras viradas, cabine de polícia tombada, foram quebrados vidros de bancas, ônibus e metrô, além de sacos de lixo incendiados no meio da rua. Boa parte da mídia e a maioria das manifestações na internet deslegitimaram o protesto por conta disso. Para eles, seria um vandalismo injustificável. Para outros tantos, é igualmente inaceitável que o trânsito seja fechado, pela manifestação que for. Não concordo com nenhum dos dois argumentos. Primeiro, esses mesmos que condenam os jovens que foram às ruas vivem bradando que a população não pode assistir impune à corrupção e demais problemas dos governos. A turma que grita “Acorda Brasil!” e outras palavras de ordem na rede vive pedindo reação popular. “Ah, mas tem formas mais civilizadas de se fazer isso, pela internet, escrevendo aos políticos, fazendo abaixo-assinados etc”. Ã-hã. O que te parece mais eficiente? Lotar a caixa de e-mail de um assessor de quinto escalão ou fechar uma avenida num horário de pico? E desde quando grupo ou evento de Facebook muda alguma coisa? Aliás, o tal abaixo-assinado com sei lá quantas mil assinaturas contra o Renan Calheiros na presidência do Senado deu no quê mesmo? Redes sociais como o Facebook são excelentes para a troca de informação, para conectar pessoas que pensam de forma semelhante, para ajudar na organização. Mas, se a grita não sair da internet e for pra rua, de nada adianta. Nadinha. Paris em chamas, sinal de civilidade Paris teve protestos violentíssimos em suas periferias em 2005. Após a morte de dois africanos pela polícia no subúrbio de Seine-Saint-Denis, seguiram-se 19 dias e noites de protestos e depredação. Quase 9 mil carros foram queimados e os prejuízos, segundo estimativas conservadoras, foram de 200 milhões de dólares. Alguém acha que a Paris ficou um lugar mais inseguro, selvagem ou menos civilizado após isso? Tornou-se um destino menos atraente para as próximas férias? E é bem melhor que seja assim, com protesto. E protesto, via de regra, não tem regra. E convenhamos: mesmo com vidros quebrados, lixeiras viradas e centenas de homens da Tropa de Choque na rua, nesta quinta-feira em São Paulo, ninguém saiu gravemente ferido --neste artigo nem vou entrar na questão da atuação da polícia, tema que por si só merecia outro artigo. Na Europa ou mesmo em vizinhos como Argentina e Chile, países em que a população, na média, estudou por mais tempo, lê mais livros e vai mais ao teatro ao cinema do que no Brasil, as pessoas reclamam mais e vão mais às ruas. E, sim, em muitos casos há depredação. E que sorte a deles que seja assim. O dinheiro pressiona do lado, as ruas têm que pressionar de outro. Por conta de tais protestos, seguramente Alckmin e Haddad –ou qualquer outro governante sob tal pressão-- vão se esforçar mais para evitar um novo aumento de tarifa ou, ao menos, para que eles seja o menor possível. Imagine se fosse apenas o mercado sozinho que regulasse tudo, que decidisse quando e quanto os preços aumentam, sem pressão social contundente alguma? Aí sim seria o caos. Por fim, o trânsito, o sagrado trânsito nosso de cada dia... o motorista paulistano (e o carioca, o goiano, o pernambucano, o manauara) não aceita que você encoste no carro deles. Buzinam como loucos meio segundo depois do farol abrir, com pressa pra tirar não apenas a mãe, mas também o pai, o avô e o cachorro da forca. Sinto muito. Na verdade, sendo sincero, não sinto nada, vamos lá: protestar e fechar o trânsito é, sim, legítimo. Até alguns sacos de lixo queimados está, de certa forma, dentro das regras do jogo. Passa anos-luz de ser o crime hediondo no tribunal tosco das redes sociais. Chega a ser cômico reclamar que o trânsito não anda por causa de um protesto. E nos demais dias do ano? Aí anda? E como resolver isso? Xingando no Facebook os moleques que protestam ou se aliando a eles, indo às ruas protestar, entre outras coisas, por um transporte público melhor e mais barato? Fico com a segunda opção.

sábado, 4 de maio de 2013

Greve dos profissionais da Educação da cidade de São Paulo!!

Os profissionais da educação municipal decidem manter a greve iniciada dia 03/05 e marcam nova assembleia para dia 08/05 às 14h, em frente ao gabinete do prefeito. JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!!!!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Em defesa do Diálogo - UBS em SãoPaulo demite bons profissionais

Relato de um amigo médico: Olá, Cidadãos e Cidadãs Paulistanas! Venho a este espaço mais uma vez denunciar a truculência e o autoritarismo que ainda graçam em nosso país e em nossa cidade de São Paulo: Hoje às 7 hs, fui demitido. Há 5 meses trabalhava como médico na Unidade Básica de Saúde Cidade Patriarca, na zona Leste, sob a gerência de Organização Social de Saúde SECONCI. O Motivo da demissão : ter trabalhado todos os dias, de forma assídua e ter observado os princípios e diretrizes do SUS. E mais: ter questionado a falta de participação dos trabalhadores e dos usuários no dia a dia da unidade. E a falta maior: ter denunciado o regime despótico e totalitário que está vigente na unidade há 3 anos. Não há diálogo com os trabalhadores e usuários. Fui advertido algumas vezes por conversar com usuários na sala de espera. Não há reuniões técnicas e gerais há meses. Não existe trabalho em equipe autêntico. Apenas profissionais com saberes, experiências, motivações e interesses diversos que trabalham de forma isolada.O prejuízo é de todos. O Estresse e a Tristeza dos profissionais é visível. A insatisfação da população usuária, também. A Oficina de Alimentação Consciente Vida e Sabor, que após muita insistência nossa e da população, foi criada no dia 28/12(data em que a adesão da população é improvável), tem sucesso de público, mas não tem apoio na sua divulgação. Os pacientes por mim encaminhados à Acupuntura e à Fisioterapia eram direcionados ao serviço de enfermagem.Como é público e como foi noticiado pela mídia, existem mais de 600 mil encaminhamentos médicos pendentes em São Paulo. Pacientes com solicitação de exames eram impedidos de coletá-los em virtude de faltas recorrentes de tubos para coleta. O que gerava necessidade de remarcação de consultas para solicitar novamente e para checar seus resultados. Retrabalho e desperdício do dinheiro público.Por diversas vezes, pacientes queixaram-se, em consulta, da falta de medicamentos básicos na farmácia da unidade e das do entorno da comunidade. O agendamento de 4 pacientes por hora, além de encaixes, evidencia a linha de produção em que se transformou o SUS, com forte pressão pelo aumento da produtividade dos profissionais com perceptível declínio da qualidade, do afeto e do HUMANO, que deveria prevalecer.Antes da abertura da unidade, há fila. Um dos motivos: quem chega primeiro é atendido primeiro. Então, para que existe agenda? A unidade não se relaciona adequadamente com a comunidade. Diretor de escola municipal esperou mais de hora para ser recebido pela gerência e foi orientado a enviar memorando para a secretaria municipal de educação que poderia (ou não) estabelecer a parceria solicitada para evento no fim do ano passado...Não há divulgação e apoio à participação comunitário no Conselho Gestor, que é completamente desconhecido para a maioria das pessoas. Detalhe: nosso trabalho apresentava ampla aprovação popular e atraía moradores das regiões vizinhas. Recebemos pilhas de elogios escritos pelas pessoas atendidas e depositados em caixa de manifestação(outrora não utilizada);pedidos para que características de nossa postura que não são mais que obrigação de qualquer servidor público: assiduidade, pontualiadade, cordialidade e humanismo, pudessem prevalecer e permanecer.Amanhã, farei o exame demissional. Mas estamos na LUTA, com Alegria, de Injustiça em Injustiça até a MUDANÇA! O Caminho é A META! Ninguém Educa Ninguém! Mudar é difícil, mas Mudar é Possível! E o Abraço Também Cura! Convido a todos e a todas a participarem e divulgarem oportunidades Democráticas para fazermos funcionar as Políticas Públicas Brasileiras em São Paulo, com qualidade e Humanismo: 1.O Médico à Força- hoje, 18/02, às 21 hs. no Teatro Commune- vamos satirizar a Medicina com o mestre Moliere. Texto atual, ainda provoca. e é de GRAÇA! Venham! 2.Fórum Suprapartidário para uma SP Saudável e Sustentável- amanhã, 19/02, às 19 hs. Câmara Municipal de SP. Vamos debater o Plano diretor da Cidade! Participem! Divulguem! 3. Bárbara- Médica é removida para o interior da Alemanha Oriental, em virtude de suas posições políticas. Quarta, 20/02, 19:30 hs. ponto de encontro, Cine Livraria Cultura, Conjunto Nacional, Avenida Paulista. 4.Oficina de Alimentação Consciente Vida e Sabor- 22/02, às 14 hs, em frente à UBS Cidade Patriarca, Rua Frederico Brotero, 22. Acesso fácil: descer na estação Patriarca-linha vermelha. Tomar o MicroÔnibus Vila Nhocuné, que tem ponto em frente à UBS. Quem puder e quiser, leve cartazes e apitos! Vamos compartilhar uma Dieta Desintoxicante e revitalizante e uma receita de Salada Tropical! Ato em Defesa do Diálogo no SUS-mesmo horário e local! 5.Lançamento do documentário sobre a Vida e a Obra de Ai Wei Wei, no domingo,24/02, às 19 hs. No MIS! Ai Wei Wei é um artista chinês, preso em seu país, não pode viajar ao exterior, por sua independência política em relação ao governo da China; 6.Conselho Gestor da UBS Cidade Patriarca- toda primeira segunda feira do Mês às 14 hs, Rua Frederico Brotero, 22, sala 06. Proxima reunião em 04/03, às 14 hs.Acesso fácil pelo Metrô. Vide item 4. Participem! Divulguem! Todas as irregularidades da UBS Cidade podem e dever ser questionadas pelos trabalhadores, usuários e interessados em contribuir com a Cidadania! 7. Conselho Municipal de Saúde, 14/03, às 14:00, na Secretaria Municipal de Saúde, Rua General Jardim, esquina com Rua Araújo, centro de Sâo Paulo! O que me incomoda não é a violência dos opressores, mas o silêncio dos oprimidos. A Revolução somos Nós! Daniel Aymore Ferreira Educador Popular, Médico Comunitário e Artista/Ativista da Democracia Participativa www.twitter.com/grupodobemestar www.facebook.com/rodadoamordoriopequeno